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"Mauro é nosso companheiro e tem direito de criticar", diz Taques
Governador do Estado minimizou declarações dadas pelo ex-prefeito de Cuiabá, na quinta-feira
Publicado em: 09/02/2018 ás 14:14:00 Autor: Mídia News Fonte: Mídia News
Foto Por: Divulgação

 

O governador Pedro Taques (PSDB) evitou rebater as recentes críticas feitas à sua gestão pelo ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB).

 

 

 

Em conversa com a imprensa na manhã desta sexta-feira (09), o governador agradeceu os apontamentos e afirmou que o aliado tem direito de criticar.

 

 

 

“Na democracia toda crítica é salutar. Mauro é nosso companheiro e ele tem direito a fazer críticas, sim. E obrigado [Mauro] pelas críticas. Tentaremos consertar se, por ventura, tenhamos [cometido] algum erro”, disse Taques.

 

 

 

Na manhã desta quinta-feira (08), o ex-prefeito teceu duras críticas à gestão Taques. Em entrevista à Rádio Vila Real, atribuiu ao governador - e aliado político - parcela de responsabilidade pela crise de caixa do Executivo.

 

 

 

“Reclamar e jogar a culpa na crise é muito mais para quem não fez a lição de casa na hora certa. Quantos Estados estão atrasando salário hoje? Se fossem vinte, tudo bem, mas não. São cinco ou seis. Então esses têm problemas em casa”, afirmou.

 

 

 

O secretario da Casa Civil, Max Russi, também minimizou as declarações do ex-gestor municipal.

 

 

 

“Sei que estamos em um momento de dificuldade, fazendo todos os ajustes necessários. O Governo tem cortado na carne, em custeios - e cortado muito”, disse o secretário.

 

 

 

“Vamos continuar desse jeito: respeitando as críticas principalmente do Mauro, que é um companheiro do Governo e ajudou na eleição do governador Pedro Taques”, completou o secretário.

 

 

 

Russi refutou as falas sobre a falta de planejamento financeiro. De acordo com o ex-prefeito, a crise terminou em 2017, quando o Produto Interno Bruto e a geração de emprego tiveram crescimento, o que não justificaria o atual momento ruim das contas do Estado.

 

 

 

“Nós fizemos ações como a PEC [do Teto de Gastos], preparando Mato Grosso para os próximos cinco anos. Isso, sem sombra de dúvida, foi um avanço. No passado não tínhamos. Acharam que o País ia crescer e entramos em uma recessão”, disse Russi.

 

 

 

Para o secretário, o Estado ainda sofre os impactos financeiros da recessão econômica enfrentada no início do Governo.

 

 

 

“Nós perdemos mais de R$ 700 milhões no ano passado em receitas que não aconteceram. Isso afeta o caixa do Governo. Estamos indo em cima dos sonegadores. O Gallo [secretário de Fazenda] tem feito um trabalho forte em cima deles. E essas receitas que estão vindo dão condição da gente poder pagar a folha no dia de hoje”, finalizou, referindo-se ao salário dos servidores.

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