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Cidade 09/11/2022 às 09:59

Fonte: Assessoria

Escrito por: Assessoria

Empresário tenta ocultar vídeo de sexo com adolescente e tem prisão decretada em Peixoto de Azevedo

Empresário tenta ocultar vídeo de sexo com adolescente e tem prisão decretada em Peixoto de Azevedo


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Foto Por: Assessoria

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Peixoto de Azevedo, indiciou nesta quarta-feira (08.11), um empresário de 28 anos, investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, registro de cena de sexo explícito envolvendo adolescente menor de 14 anos e fraude processual.

 

Conforme a investigação, ele divulgou vídeo de sexo com adolescente nas redes sociais do Instagram e do WhatsApp.

 

No diz 24 de outubro deste ano, policiais civis de Peixoto de Azevedo cumpriram ordem judicial de busca e apreensão na loja do empresário. Todavia, ele tentou ludibriar os investigadores entregando um celular defeituoso no momento da busca e apreensão.

 

Na delegacia, a escrivã do Núcleo da Mulher desconfiou do aparelho celular que foi apreendido, um modelo Samsung SMA3156. Isso porque, o autor tinha uma imagem publicada no perfil do Instagram utilizando um Iphone.

 

Assim, os investigadores retornaram ao local e perceberam que o autor tinha trocado os celulares para ocultar provas. A informação foi confirmada no momento em que a mãe do investigado tentou ligar para o filho e o telefone chamou e ele não atendeu, sequer tocando o aparelho que ele havia apresentado aos policiais como sendo o seu.

 

*Apuração *

 

Nas investigações, a Polícia Civil apurou que o vídeo com cenas de sexo foi gravado em agosto do ano passado quando a vítima ainda tinha 13 anos de idade, caracterizando o crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A, do Código Penal.

 

Outro vídeo que circulou nas redes sociais demonstraram que o autor estava com um smartphone modelo  iPhone, e após a busca e apreensão, o celular que utilizavas nas redes sociais, ele ocultou dos policiais civis, substituindo-o por um modelo Samsung visando ocultar  provas  no inquérito policial.

 

O empresário teve a prisão decretada pela Justiça, após representação da Polícia Civil e está foragido.

 

A soma das penas pelos crimes investigados é de 13 a 30 anos de prisão.

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