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Cidade 19/05/2020 às 14:34

Fonte: O Território

Escrito por: O Território

A família do caminhoneiro Edvaldo Ferreira da Silva, de 48 anos, morto por covid-19, contou ao repórter MT que vem enfrentando uma luta para levar o corpo dele para cidade natal, Andradina (SP).

Hospital diz que documentos de caminhoneiro ‘sumiram’ e família não consegue levar corpo para SP

Isso ocorre porque, segundo os familiares, a carteira de Edvaldo, que continha dinheiro, cartões e documentos, assim com a chave do seu caminhão e o celular “desapareceram” de forma misteriosa.

O caminhoneiro foi a óbito no dia 14 de maio, mas sua esposa só foi informada no dia 15 de maio.


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Foto Por: Divulgação

A família do caminhoneiro Edvaldo Ferreira da Silva, de 48 anos, morto por covid-19, contou ao reporter MT que vem enfrentando uma luta para levar o corpo dele para cidade natal, Andradina (SP). Isso ocorre porque, segundo os familiares, a carteira de Edvaldo, que continha dinheiro, cartões e documentos, assim com a chave do seu caminhão e o celular “desapareceram” de forma misteriosa.

O caminhoneiro foi a óbito no dia 14 de maio, mas sua esposa só foi informada no dia 15 de maio.

A filha de Edvaldo, Jéssica Graciele Santos Oliveira, de 29 anos, explica que o pai voltava do Pará quando começou a passar mal. No início ele pensou que era uma gripe e parou no caminho para comprar remédios em uma farmácia.

Horas depois, ele começou a piorar e parou na cidade de Guarantã do Norte, local onde foi internado e diagnosticado com coronavírus. Em seguida, ele foi transferido para Peixoto de Azevedo, mas com uma piora no seu estado de saúde foi encaminhado para a Capital. Edvaldo foi entubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Santa Casa.

“Antes de ser entubado ele ligava todos os dias, falava todos os dias com a minha mãe. Ele informou que tinha uma quantia em dinheiro, as chaves e os documentos, mas para gente o dinheiro não importa, queremos o documento para levar o corpo para Andradina”, disse Jéssica.

As unidades de saúde dão versões diferentes sobre os pertences pessoais da vítima, uma fala que o transferiu com os documentos (Peixoto) e outra fala que ele chegou sem os documentos (Santa Casa), e ninguém sabe dizer o paradeiro.

“Fica naquela, um hospital diz que ele chegou sem, o outro diz que ele foi transferido com os documentos”, afirma a filha.

A esposa de Edvaldo está na Capital e não consegue fazer os trâmites legais quanto às questões pessoais da família.

Outro Lado

A Secretaria Estadual de Saúde (SES), por meio de nota, informou que a denúncia não procede.

“Conforme registrado em prontuário hospitalar, o referido paciente deu entrada à unidade [Santa Casa] no dia 11 de maio, sem qualquer pertence – visto que essa é a conduta para os casos de transferência entre hospitais, situação em que os dados de documentos básicos são informatizados via Sistema de Regulação”, disse. No entanto, sobre a passagem por outras unidades de saúde e, quanto à data que a família foi informada da morte não houve esclarecimen



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