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Polícia 29/06/2021 às 09:11

Fonte: Repórter MT

Escrito por: Repórter MT

BARRA DO GARÇAS: Traficantes tinham maços de dinheiro e máquina de contar cédulas em casa

Na residência de um dos altos, a PF apreendeu uma máquina de contar cédulas e maços de dinheiro. Ao todo 23 mandados estão sendo cumpridos em MT e outros estados do Brasil.


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Foto Por: Polícia Federal

Na residência de um dos altos, a PF apreendeu uma máquina de contar cédulas e maços de dinheiro. Ao todo 23 mandados estão sendo cumpridos em MT e outros estados do Brasil.

 

A Polícia Federal (PF) identificou que a organização criminosa desarticulada na Operação Teseu, nesta terça-feira (29), utilizava caminhões e empresas de fachada para transportar drogas e munições da Bolívia para Mato Grosso e outros estados do nordeste do país. O lucro dos criminosos era tanto que, com um dos alvos, foram apreendidos maços de dinheiro e até mesmo uma máquina de contar cédulas.

 

De acordo com a polícia, a operação cumpre 23 mandados, sendo quatro de prisão preventiva e 19 de busca e apreensão. Além disso, foram determinadas 49 ordens de sequestro de imóveis e veículos e bloqueio judicial de ativos financeiros em desfavor dos investigados.

 

As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal de Barra do Garças (509 km de Cuiabá). Os mandados estão sendo cumpridos, além de Mato Grosso, nos estados do Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Paraíba e Goiás.

 

As investigações que resultaram na operação, tiveram início em agosto do ano passado, após a prisão de um dos integrantes da organização criminosa. O flagrante aconteceu pela PF Barra do Garças.

 

O criminoso preso seria responsável pelo transporte dos ilícitos. Com a prisão, foi possível identificar o envolvimento de familiares de presos e internos de estabelecimentos prisionais.

 

A droga adquirida na Bolívia, era transportada em caminhões, do Estado do Mato Grosso para a região nordeste do país. A PF apurou que a quadrilha movimentava milhões de reais, valendo-se de uma empresa de fachada para camuflar a origem ilícita do dinheiro.



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