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Polícia 25/06/2026 às 08:00

Fonte: Nortão Online

Escrito por: Nortão Online

Homem que assassinou mulher em Guarantã do Norte é morto em confronto no Paraguai

A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Guarantã do Norte (MT), que procurava pelo suspeito desde essa terça (23).


Matheus Gonçalves dos Santos, de 33 anos, suspeito de matar a companheira Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, em Mato Grosso, foi morto em confronto com a Polícia de Paraguai, no distrito de Naranjito, nesta quarta-feira (24).

 

Gleici foi encontrada morta dentro de casa, em Guarantã. Segundo a polícia, após cometer o crime, Matheus fugiu com o filho do casal para o Paraguai e era considerado foragido da Justiça. A criança foi resgatada sem ferimentos após o confronto.

 

De acordo com a polícia, Matheus foi localizado durante uma abordagem policial a uma caminhonete. Após ser parado, ele entrou em confronto com os policiais e morreu no local.

 

Um vídeo registrado por um motorista mostra o momento da ação (assista acima).

 

A criança deve ser levada de volta para Mato Grosso com acompanhamento do Ministério Público e Conselho tutelar.

 

Matheus Gonçalves dos Santos possui condenação anterior por lesão corporal no âmbito doméstico contra a mesma vítima.

 

A Justiça de Mato Grosso havia decretado a prisão preventiva de Matheus Gonçalves dos Santos. A decisão considerou a gravidade do crime, a fuga do suspeito para o Paraguai e o risco à aplicação da lei penal.

 

Segundo o processo, Matheus deixou o local do crime armado e atravessou a fronteira com o filho menor do casal, sem portar documentos da criança. Diante da fuga internacional, o juiz Guilherme Carlos Kotovicz determinou a comunicação à Polícia Federal para inclusão do mandado de prisão em sistemas de cooperação internacional e na Difusão Vermelha da Interpol.

 

A decisão também destacou antecedentes de violência doméstica envolvendo o investigado. Ele já havia sido condenado por lesão corporal contra a mesma vítima e respondia a outro processo criminal em Mato Grosso. Para a Justiça, esse histórico indicava risco de reincidência e justificou a manutenção da prisão preventiva.



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