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Polícia 05/03/2026 às 15:37

Fonte: Nortão Online

Escrito por: Nortão Online

Polícia fecha lojas e salão da 'família do tráfico' no Nortão

Além das prisões, os investigadores cumpriram ainda 7 mandados de busca e apreensão, 6 sequestros de veículos, 4 sequestros de imóveis, 7 bloqueios de contas bancárias e três suspensões de pessoa jurídica.


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Foto Por: Nortão Online

Três empresas da ‘família do tráfico’ presa na manhã desta quinta-feira (5), no nortão de Mato Grosso, foram fechadas pela Polícia Civil. Elas eram usadas para lavar dinheiro do crime, segundo a investigação policial. A família movimentou R$ 2 milhões em 1 ano e 7 meses.

 

Uma das empresas é uma loja que ofertava aos clientes diversos modelos de sapatos, com loja física e online, prometendo entrega para todo o país. A loja conta com 14,4 mil seguidores na rede social.

 

A outra é um estúdio de beleza, também em Alta Floresta. Lá eram ofertados serviços de limpeza de pele, extensão de cílios, manicure e outros. Há ainda uma loja de roupas multimarcas.

 

A operação Showdown teve como objetivo desarticular o núcleo familiar ligado ao Comando Vermelho e comandado por Angélica Saraiva de Sá, a Angeliquinha. Ela está foragida desde agosto do ano passado, quando escapou da penitenciária feminina de Cuiabá.

 

Com isso, foram presos a filha, o genro e o pai de Angélica. A filha, que está grávida, foi presa em casa ao lado do marido, na cidade de Alta Floresta. Já o pai,  foi preso na região de garimpo em Nova Bandeirantes.

 

O jovem casal ostentam uma vida extremamente luxuosa, com compras de imóveis, carros de luxo e viagens internacionais. A jovem possui um perfil no Instagram com mais de 42,5 mil seguidores, onde compartilha detalhes da sua rotina e suas aquisições.

 

Eles são apontados como operadores financeiros do grupo criminoso, atuando na lavagem de dinheiro adquirido com o tráfico de drogas administrado pela facção criminosa.

 

Outro braço do esquema envolveria a exploração de garimpo irregular na região de Alta Floresta.O pai seria o responsável por gerenciar o garimpo e um bar e prostíbulo próximo à cidade de Nova Bandeirantes.

 

O local também serviria de apoio para extorsões a garimpeiros e prática de tráfico de drogas. O ouro extraído poderia ser utilizado como forma de ocultar e reinserir recursos ilícitos no mercado formal, dificultando o rastreamento financeiro.

 

Além das prisões, os investigadores cumpriram ainda 7 mandados de busca e apreensão, 6 sequestros de veículos, 4 sequestros de imóveis, 7 bloqueios de contas bancárias e três suspensões de pessoa jurídica.



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