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Política 16/09/2021 às 15:54

Fonte: Mídia News

Escrito por: Mídia News

Cattani minimiza desistências e ainda vê chance de criação de CPI

Deputado prevê viabilização após encerramento de outras comissões na Casa.


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Foto Por: Marcos Lopes/ALMT

O deputado estadual Gilberto Cattani (PSL) afirmou que ainda acredita na instauração, até o final deste ano, da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o preço abusivo do gás de cozinha em Mato Grosso.

 

Autor do requerimento, Cattani chegou a receber apoio de outros 16 deputados para que a comissão fosse aberta, mas perdeu as assinaturas dos deputados Carlos Avallone (PSDB) e Romoaldo Junior (MDB), o que “emperrou” o andamento do pedido na Casa.

 

 Conforme o MidiaNews noticiou, o Legislativo já possui três CPIs em andamento e tenta evitar novas comissões, principalmente antes das eleições de 2022, a fim de que as comissões não sejam usadas como palanque eleitoral ou terminem em “pizza”.

 

“Temos toda a intenção de instalar a CPI do Gás. Tínhamos 17 assinaturas, mas dois deputados retiraram apoio para inviabilizá-la. Mas até novembro encerram-se as outras e eu vou precisar só de oito assinaturas. Aí nós vamos ‘carcar o rim’”, afirmou Catttani à imprensa, nesta quarta-feira (15).

 

Normalmente, apenas oito assinaturas são necessárias para instauração de uma CPI. No entanto, como a Casa já possui três comissões em andamento, ao menos dois terços do Parlamento precisam apoiar o requerimento para que uma quarta comissão seja aberta.

 

O presidente da Casa, Max Russi (PSB), tem cobrado o encerramento e apresentação de resultados das comissões em andamento até dezembro deste ano.

 

Hoje, a Assembleia possui as CPIs da Previdência dos Servidores de Mato Grosso, da Renúncia Fiscal e Sonegação e da Energia Elétrica.

 

Requerimento

 

Ao apresentar requerimento para abertura da CPI do Gás, Cattani questionou os motivos para o elevado preço do gás de cozinha em Mato Grosso, que em alguns municípios ultrapassa R$ 130 por botijão.

 

Ele questiona se está havendo crimes contra o consumidor e cita um possível monopólio da venda do produto no Estado.

 



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