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Política 24/11/2021 às 13:39

Fonte: Conexão Poder

Escrito por: Conexão Poder

Mauro rebate críticas: Resolver todos os problemas não vai acontecer nunca

Mauro rebate críticas: Resolver todos os problemas não vai acontecer nunca.


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Foto Por: Daffyni Delgado

O governador Mauro Mendes (DEM) defendeu que o Estado de Mato Grosso tem feito sua parte para tentar amenizar o impacto do ICMS sobre determinados produtos do bolso dos consumidores. Ele ainda reconheceu que o governo não consegue resolver todas as dificuldades dos cidadãos, mas afirmou que tem apresentado “resultado a olhos vistos” quanto à arrecadação estadual.

 

“Se quiséssemos viver em um estado que ninguém paga imposto, seria ótimo, mas ninguém poderia cobrar saúde, segurança pública, ninguém poderia cobrar nada, porque o Estado não teria dinheiro. O estado não tem dinheiro, quem tem dinheiro é o cidadão, e o que eu estou fazendo é cobrar de maneira justa, ampliando a base, e aplicar corretamente esse dinheiro, e dando o resultado”, afirmou o governador, na manhã desta segunda-feira (22).

 

No mês de setembro, o Estado anunciou um pacotão com redução de ICMS sobre a gasolina, o diesel, gás industrial, serviços de comunicação, como internet e telefonia, e energia elétrica, de até 13%, dependendo do setor, para vigorar a partir de 2022. Recentemente, Mauro tem cobrado a Assembleia Legislativa para votação do projeto de lei.

 

"Quando vocês viram algum estado fazer uma redução tão relevante de impostos igual nós propusemos aqui em Mato Grosso? Fizemos isso porque o Estado está realmente equilibrado, já está garantido um programa de investimento para 2022, na casa dos 15%, e tudo isso nos permitiu um bom planejamento, e aliviar o bolso do cidadão é sempre bom em qualquer momento”, completou.

 

As falas do governador são no sentido de rebater críticas de que o imposto estadual sobre determinados produtos, como o combustível, é o grande vilão pelo aumento de preços repassados aos consumidores.

 

“Resolver todos os problemas, isso não vai acontecer nunca, porque os problemas vão mudando. Você resolve um…Por exemplo, o grande sonho de uma cidade é ter o asfalto chegando até lá. Depois que faz o asfalto, as pessoas querem outras coisas e assim vai. É assim que a humanidade evolui”, acrescentou Mauro.

 

Quem é o culpado?

 

Desde o início do segundo semestre, governadores e o Governo Federal estão “em pé de guerra” para achar um culpado em relação aos sucessivos aumentos provocados nos preços de combustíveis e gás de cozinha, principalmente.

 

Sob liderança do presidente Jair Bolsonaro, o governo federal atribuiu a culpa ao ICMS estadual, provocando revolta dos governadores.

 

Já no mês de outubro, a Câmara dos Deputados aprovou proposta de valor fixo para cobrança de ICMS sobre combustíveis, numa tentativa de frear as mudanças bruscas provocadas pelas variações cambiais, em razão da política de preços da Petrobrás. Pouco depois, o Conselho Nacional de Política Fazendárias (Confaz) decidiu congelar temporariamente o custo do ICMS por 90 dias. Ainda assim, os preços para os consumidores finais continuam subindo nas bombas.



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