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Política 12/01/2024 às 07:57

Fonte: Repórter MT

Escrito por: Repórter MT

Sérgio Ricardo: Parte da Estrada de Chapada pode desabar e ser engolida pelo Portão do Inferno

Sérgio Ricardo: Parte da Estrada de Chapada pode desabar e ser engolida pelo Portão do Inferno


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Foto Por: Repórter MT

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), conselheiro Sergio Ricardo, disse nesta quinta-feira (11) que o a rodovia estadual MT-251, na altura do Portão do Inferno, em Chapada dos Guimarães, é uma “região de alto risco” e que pode desabar a qualquer momento.

 

“Aquela pedra que esfarela e cai lá de cima é a mesma pedra que está lá embaixo. Então é visível que está havendo uma deterioração em toda aquela área. Então é possível que daqui a pouco aquela ponte despenque e aquele buraco do Portão do Inferno engula tudo aquilo ali”, disse em conversa com os jornalistas.

 

O conselheiro, que vai reunir autoridades e representantes da sociedade civil em uma vistoria no local nesta sexta-feira (12), disse que simplesmente colocar uma tela de contenção e deixar o trânsito em meia pista não resolve o problema e cobrou um estudo que avalie a real situação do local.

 

“Não existe nenhum estudo, nunca foi feito, não existe nenhum estudo que me diga com certeza qual é a situação, mas a gente sabe que a pista tem várias rachaduras, aquele guarda corpo já teve um afastamento de cinquenta centímetros. Então aquilo ali é uma região de alto risco”, disse o conselheiro.

 

Para Sérgio Ricardo, uma das alternativas é construir uma nova ponte, derrubando parte do paredão. Isso, na visão do conselheiro, seria possível porque o parque federal foi delimitado após a criação da rodovia, o que concederia ao Governo do Estado o direito de fazer melhorias na pista.

 

“Uma das alternativas é fazer uma ponte mais para dentro, a estrada existe antes do parque ser uma unidade federal, então o Estado tem direito de mexer ali, o estado tem direito de derrubar parte daquele paredão e fazer a estrada ali. O estado tem o direito de fazer isso e há uma necessidade. Primeiro você tem que ver um interesse público”, disse.

 



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